segunda-feira, 14 de julho de 2008

Novela Nereida


Segundo o jornal "24 Horas" de hoje, Cristiano Ronaldo terá rompido a relação que mantinha com a modelo espanhola Nereida Gallardo. Lá se vão os rios de tinta que a imprensa tem gasto com a vuluptuosa namorada do craque. Os jornais mais sensacionalistas terão de começar a procurar outra fonte de "notícias" para continuar a fazer o relato exaustivo da vida sentimental do jogador de futebol. Coloquei entre aspas porque, para mim, as futilidades que se têm escrito nada têm a ver com o conceito de notícia, já de nutícia talvez. Se a rapariga é cheia de si e tem orgulho nos seus atributos, é lá com ela. Com Ronaldo e com a ajuda pouco inocente dos media conseguiu a montra ideal para se projectar, à sua maneira.

O fim de um estilo



Falo de cortes de cabelo (ou da ausência deles). Regressada de férias, deparo-me com a nova e refrescada imagem de Nuno Rogeiro (1ª foto), comentador de Assuntos Internacionais na SIC e SIC Notícias. É sempre bom ter algo que nos alegre quando se passa do "dolce fare niente" das férias para a agrura do dia-a-dia que começa logo pelas sete da manhã. Enfim... fora os desabafos, certo é que o senhor lá decidiu cortar a "trunfa" e até a dar-lhe uma corzinha. É verdade! Nuno Rogeiro cortou e pintou o cabelo. E fez ele muito bem! Essas coisas não são só para as mulheres. Está com um aspecto muito mais citadino, diria mesmo remoçado. Falta que outros lhe sigam os passos. Exemplo: Nuno Melo, deputado do CDS-PP. O estilo era praticamente idêntico: a "trunfa" cresce à vontade, desgovernada, divorciada das tesouras dos cabeleireiros, tal como os cabelos grisalhos (já mais numerosos que os escuros, talvez). Quem será o consultor de imagem de Rogeiro? Seja quem for, devia definitivamente angariar mais clientes. Ou será que pessoas como Nuno Melo ainda acham - tal qual Sanção - que a força lhe advém dos cabelos?

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Cair do salto


Uma verdadeira arma de arremesso... uma sandália capaz de arrasar com alguns insectos e até mesmo vermes (coisa que não vai faltando por aí). O meu voto vai para o "sim" às sandálias exterminadoras. Mas não era disto que queria falar, embora ande à volta dos saltos altos e de alguma pressão que nós, mulheres, ainda sentimos. Não sei se por imposição da sociedade, se por uma rotina que criei ou se pelo meu instinto eminentemente feminino... não conheço em concreto a razão, mas certo é que sigo diariamente um conjunto de tarefas sem as quais não consigo sair de casa. Cuidados mínimos com a aparência - chamemos-lhe assim. (Vaidade,outros dirão) Por força desses "imperativos", e por força do relógio, descuro noutras coisas. Foi o caso de hoje. Fui para o local de trabalho sem apertar as sandálias que calçava, tentei depois apertá-las apressadamente, rebentaram-se-me, fiquei descalça no sentido figurado e com um grande problema de aparência. Afinal, não é nada bonito andar com calçado maltratado.

Fui!


Ok, ok... ainda não fui mas, se Deus quiser, hei-de ir de férias muito em breve. Para ser mais concreta, dentro de quatro dias. Ansiosa? Sim, e cansada, e entediada, e pelos cabelos desta fúria que é a mesma de sempre do dia-a-dia. Espero que o cruzeiro me dê a capacidade de, na volta, enfrentar o quotidiano com mais alegria.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Chefes destes...


Existe um certo discurso "tipo" entre alguma ou mesmo toda a classe patronal. O discurso do "Quem está mal, muda-se". Simples e eficaz. O trabalhador nunca é obrigado a nada, a empresa é cumpridora e rege-se pelas leis do Código do Trabalho vigente. Isto, é claro, aos olhos de quem está de fora. Porque, na realidade dos factos, no interior de cada "nicho" laboral, há sempre conflitos intermináveis entre patrões e funcionários. Os "chefes" fazem-se valer dos galões para mandar a seu bel prazer. Tomam as atitudes que bem entendem para com os trabalhadores, exigem, exigem, exigem sem que da outra parte da trincheira também se possam fazer ouvir e concretizar reivindicações. Chefes destes, poderia eu dizer, "dispenso"... Mas, infelizmente, tenho que me submeter aos mandos e desmandos e às injustiças diárias a que assisto diariamente no local de trabalho. Afinal, ainda não ganhei coragem para a tal mudança do discurso.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Temo uma guerra civil


Já nem sei onde isto começou. Acho que nem em meados do século XIX quando se iniciou o uso do petróleo como nova fonte de energia. Mas sei qua a Humanidade não se está a adaptar à possibilidade de o crude acabar. À falta de alternativas, sobram lutas sectárias, violência e confusão nas ruas. Foram os pescadores, são os agricultores, agora os camionistas... todos reclamam medidas do Governo ou apoios. Motivo: a alta desenfreada do preço do petróleo. Poderá o Executivo tomar medidas sustentáveis e que, a longo prazo, não deixem o nosso psís ainda mais debilitado economicamente? Hoje ouvi um camionista dizer que se nada for feito haverá uma guerra civil. Uma ideia que já assolou o meu pensamento. Afinal, porque continuará Portugal a ser um cantinho pacífico "à beira-mar plantado"? Não vejo respostas, de parte alguma, só reivindicações... e os bens de primeira necessidade a escassear. Também já não há combustíveis para abastecer o automóvel. Espero que este caminho nubloso siga para bom porto (embora nem eu própria acredite na concretização deste desejo).

Aos chatos (ou do inglês "pain in the ass")


... comam All Bran!
(há dias assim, em que a paciência escasseia e as irritações externas abundam)