Nem isso resolvia o problema desta senhora jornalista. (Será que tem mesmo carteira profissional?) Na verdade dos factos, ela não tem um problema. O espectador que a ouve é que tem. O serviço público é que sofre (tratando-se da RTP1, para quem desconhece - alguém desconhece??). O erário público é que paga estas pérolas do jornalismo. Qualquer um pode ter um ataque de tosse ou rouquidão ou seja lá o que for... Mas, acreditem, as "gaffes" desta senhora vão muito além de um simples estrebuchar orgânico. Se não acreditam, observem os pivots do programa IMPORTANTE de informação da RTP1 "Portugal em Directo", de 2ª a 6ª às 18 horas. Divirtam-se!
terça-feira, 4 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Ela, a bandeira
Pois é, há que ter cuidado com o linguajar. Especialmente quando se é figura pública e se está sob a atenção dos holofotes e das câmaras de filmar. Neste caso, pior que a imagem - que já de si não abona grande coisa: veja-se o típico risco ao meio do senhor treinador - é o registo audio. O que ele diz. Deixaram ficar com o quê "no ar"? Com "ela"?... Quem ou o quê? Ah!, a bandeira. Descontextualizada, esta frase pode não soar muito bem. E o senhor treinador já devia estar a par das mentes perversas que andam por aí e que tudo aproveitam para deturpar. Eu cá é que não... Por isso, faço questão de expor estas palavras sábias, no seu original enredo futebolístico.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Esta coisa do futebol...

... vai para além da minha compreensão. Como é possível que o alegadao "desporto-rei" ocupe tanto espaço noticioso nos órgãos de comunicação social do nosso país? Será aceitácel que um noticiário televisivo de um canal generalista dedique 20% do seu tempo a falar de futebol? Bom, em dias supostamente especiais - em que todas as pessoas menos eu devem andar eufóricas com um jogo da Selecção, ou da Taça, ou da "Champions" - essa percentagem é bem mais alargada. Fazem-se directos com o Zé Povinho a opinar. A fazer antevisões que, afinal, "só depois do jogo", segundo o jargão. Todos temos direito à opinião, mas nem todas as ideias são merecedoras de espaço público de divulgação. Em dias calmos para a nação, lá vêm as notícias sobre as sessões de trabalho. Afinal, que interessa saber que o treino de hoje do Benfica foi igual aos de todos os outros dias, com a diferença de que o atleta A teve uma lesão no dedo mindinho e o que o jogador B esteve ausente com gripe?!? Se o futebol interessa assim tanto aos portugueses não sei; admito que a mim não me move minimamente. Se é entretenimento, é. Para muitos será um bom espectáculo de ser ver. Mas, então, porque ocupa tanto espaço na informação? Devemos confundir entretenimento com informação?!? Parece-me que a resposta à questão fulcral é simples e deixo-a numa expressão pouco ortodoxa: o futebol serve muitas vezes para "encher chouriços".
Mudar

É difícil mudar comportamentos. É difícil mudar-mos as nossas rotinas de livre vontade, especialmente quando achamos que estamos bem assim. Que não há muito mais que isto. Que a vida é invariavelmente rotineira. Que os sonhos pertencem ao lugar deles: na frigideira :) ou na nossa mente libertadora. É difícil para o caracol mover-se mais rapidamente ou para o tempo correr mais devagar. É difícil levantar cedo da cama (e quanto!). Mais difícil se torna esboçar então um sorriso, nos primeiros minutos da jovem manhã. A não ser que acordemos com gosto, sem a pressão das obrigações, da correria, do trânsito, do pé pesado e nervoso no acelarador. Acordar a meio - meio, e não no prelúdio - de uma qualquer manhã do ano e dizer: "Vou trabalhar porque quero!". Mas para tudo ser assim, seria preciso mudar. E é tão difícil mudar!...
Primeira aventura
Sim, é a minha primeira aventura enquanto acto criativo na Net. Promissor ou nem por isso? O tempo o dirá. Ainda estou muito "verdinha" tal como a cor de fundo deste blogue. Falar de quê? De José Luís Peixoto. Comecei a lê-lo. Um livro de contos. Frases curtas como as que agora escrevo. Incisivas. Prefiro outro género, histórias cujo final só conhecemos na última página da obra e não do capítulo... mas vou até ao fim. Quem sabe não me surpreenderá, tal como esta nova aventura "online"?...
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