Faz-me uma certa impressão a intolerância das pessoas aos revezes da vida. Bem sei que cada um sabe de si e que cada caso é um caso - só lugares comuns... - mas há que relativizar! Por qualquer obstáculo, perante uma ou outra contrariedade, lá vamos nós (nós no sentido global, porque pretendo excluir-me desta massa humana) direitos às lamentações, às lamúrias e até mesmo às malidicências. Tudo é alvo da nossa contestação, nada é do nosso agrado, seja o magro salário, seja o trabalho monótono e exigente, seja o trânsito parado a meio da tarde.
Mas porque não pensar como é belo poder andar, falar, olhar, tocar os outros, cheirar uma fruta deliciosa...? Tudo isso vamos fazendo (os que, felizmente, o conseguem, claro) sem termos em conta que a vida é simplesmente maravilhosa, tal qual se nos apresenta.
Agradeço todos os dias pelo que me é dado e pela oportunidade que tenho de a aproveitar em pleno. Não sou muito exigente embora também caia na tentação das tais lamúrias. No entanto, não o faço durante mais do que uns minutos. Percebo logo que melhor que chorar é rir! Faço-o enquanto posso.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Como é possível???
"Atleta chilena dá à luz durante treino no Brasil
A levantadora de pesos chilena Elizabeth Poblete, de 22 anos, deu à luz durante um treino no clube Pinheiros em São Paulo, na passada terça-feira.
O clube Pinheiros informou que a atleta realizava um intercâmbio no Brasil e que não sabia que estava grávida.
Segundo o hospital São Luiz, a criança nasceu prematura aos seis meses. O bebé apresentou problemas respiratórios e foi levado para os cuidados intensivos.
A criança nasceu com 1,150 kg e com 33,5 cm e ainda requer cuidados. Não há previsão para sair do hospital. Já Elizabeth Poblete recebeu alta na sexta-feira."
in Diário Digital, 14 de Dezembro
A levantadora de pesos chilena Elizabeth Poblete, de 22 anos, deu à luz durante um treino no clube Pinheiros em São Paulo, na passada terça-feira.
O clube Pinheiros informou que a atleta realizava um intercâmbio no Brasil e que não sabia que estava grávida.
Segundo o hospital São Luiz, a criança nasceu prematura aos seis meses. O bebé apresentou problemas respiratórios e foi levado para os cuidados intensivos.
A criança nasceu com 1,150 kg e com 33,5 cm e ainda requer cuidados. Não há previsão para sair do hospital. Já Elizabeth Poblete recebeu alta na sexta-feira."
in Diário Digital, 14 de Dezembro
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Valha o que valer
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Pernas tortas!!!!!!!!!
Não é por despeito, nem nada disso, nem mesmo por ciumeira do maridão... mas, por favor!!! Como é possível que os homens que conheço babem e "re"babem por moças com a perna torta?? Será que não repararam ainda na miséria de pernas que vai para os lados da Sílvia Alberto ou da Carolina Patrocínio?!? Uma entorta-as para dentro e a outra parece um arco.
Peço o favor mais uma vez...! A admirar, façam-no a coisas mais bem feitinhas, como o belo par de pernas de uma Diana Pereira, por exemplo e para não ir mais longe.
Claro que lá em casa nem isso aconselho. O marido que se fique pelas minhas que já fica muito bem.
Peço o favor mais uma vez...! A admirar, façam-no a coisas mais bem feitinhas, como o belo par de pernas de uma Diana Pereira, por exemplo e para não ir mais longe.
Claro que lá em casa nem isso aconselho. O marido que se fique pelas minhas que já fica muito bem.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Aos 6 meses e 5 dias...

... a minha princesa viu nascer-lhe o primeiro dentinho - o incisivo inferior direito. Nem démos por nada, o pai e eu!... De repente, eis que a Carolina ao morder o pai provocou-lhe uma dor invulgar. Era o dente numa primeira tentativa de cortar alguma coisa. Foi uma verdadeiro rasgo de alegria que nos assolou. E por entre pulos e gritos, ela nada entendeu do "bicho que mordeu" os pais, esfuziantes.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Mais uma etapa

A minha princesa começou esta semana a frequentar aquela que será a sua segunda casa nos próximos anos. Tão pequenina e é já obrigada a travar alguma empatia com desconhecidos... Se bem que para ela é relativamente fácil esboçar um sorriso de orelha a orelha quando a passo do meu colo para os braços da educadora de infância ou da auxiliar de educação.
O meu anjinho, como lhe chama o pai, começa agora a ganhar asas para outros e novos voos. É na "escolinha" que se inicia o processo de muitas aprendizagens e onde também a socialização com outros adultos e crianças se torna, a meu ver, importantíssima.
É tão estranho para mim estar em casa sem a obsessão dos ruídos! Sim, porque qualquer barulho que ouça quando ela está presente é passível de ser o seu choro, um chamado, um pedido de atenção... Até tenho a oportunidade de ouvir música com o volume bem alto, uma prática que fui prendendo nos últimos meses.
Um ano e dois meses depois da presença constante da Carolina (os nove meses de gestação mais os cinco de vida), aqui me encontro, só por umas horas, a tentar adivinhar o que estará ela a fazer no infantário - se a observar os outros meninos, se a brincar com algum guizo, se ao colinho de alguém, se a chorar...
Enfim, é como disse hoje a uma amiga, desde o início eu sabia que ía ser assim. Todos temos noção que vamos sofrer um dia mas isso não nos impede de voar mais alto, de sonhar e de sermos felizes!
domingo, 18 de outubro de 2009
Hiroshima no wc

O meu querido cônjuge decidiu executar uma tarefa nada própria para uma casa de banho: tão somente esvaziar um toner (*) na banheira!... Ok, ok! Já era noite e o toner podia atacar na penumbra do nosso quintal! Fê-lo por... precaução. Mas a vingança do pó negro foi implacável à mesma. Toda a banheira ficou preta e a totalidade da casa de banho coberta por partículas invisíveis mas poluentes. As consequências foram ainda mais drásticas já que obrigaram o marido a transformar-se à pressa em "fashineira". Houve ainda lugar para uma explosão. Tratou-se de uma lâmpada antipática que, acesa, recusou-se a ser limpa pelo pano húmido da "senhora das limpezas". Os estilhaços de vidro espalharam-se um pouco por todo o wc. Que mais poderia acontecer naquela noite terrífica?!? Só faltava que o tapete anti-derrapante tentasse afogar um de nós durante o banho...
(*) - Tinta em pó usada na impressora aqui de casa.
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